
Precisei de ti e tu não me escutaste. Chamei por ti e tu tapaste os teus ouvidos para não vires em meu auxilio.
Guarda o teu beijo. Guarda-o junto das palavras que me dizes, que me magoam e que eu não quero ouvir.
Estou a deitar fora as tuas recordações. Vou enterrá-las no poço sem fundo no qual me colocaste e eu consegui sair.
Vai-te embora. Leva a tua lembrança e os restos de ti. Esta porta fechou-se e eu deitei a chave fora.
O que é a morte senão a espera que um momento de dor se acabe. Assim mataste o meu amor. Mataste-o com as tuas acções, com os teus gestos de criança mimada que se julga adulta. Mas eu tranquei a porta ao meu sentimento e este não voltará a entrar. Deitei a chave fora e esta porta não voltará a abrir. Tranquei-te do outro lado onde é o teu lugar, como um cão sem dono que pede guarida em casa alheia. Podes tentar arromba-la mas não vais conseguir…
Guarda o teu beijo. Guarda-o junto das palavras que me dizes, que me magoam e que eu não quero ouvir.
Estou a deitar fora as tuas recordações. Vou enterrá-las no poço sem fundo no qual me colocaste e eu consegui sair.
Vai-te embora. Leva a tua lembrança e os restos de ti. Esta porta fechou-se e eu deitei a chave fora.
O que é a morte senão a espera que um momento de dor se acabe. Assim mataste o meu amor. Mataste-o com as tuas acções, com os teus gestos de criança mimada que se julga adulta. Mas eu tranquei a porta ao meu sentimento e este não voltará a entrar. Deitei a chave fora e esta porta não voltará a abrir. Tranquei-te do outro lado onde é o teu lugar, como um cão sem dono que pede guarida em casa alheia. Podes tentar arromba-la mas não vais conseguir…

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