sexta-feira, 16 de julho de 2010

PAZ


Sinto-me tranquila. Pensavas que me enganavas mas eu fui mais forte do que tu. Pensavas que eu tinha a esperteza dos teus vinte anos mas a minha experiência tem mais dez anos que a tua. Fazes parte do passado e eu agora sinto-me em paz. Ficaste arrumado lá no canto das coisas velhas e esquecidas que não fazem falta a ninguém. Procura o teu caminho que eu sigo que pelo meu e, por favor, não me mandes recados por ninguém que eu não quero saber de ti. Não importas e não tens qualquer significado para mim. Podes passar ao meu lado que eu nem te vejo. Não te conheço. És um desconhecido para mim. Passo ao teu lado e ignoro-te. Nem venhas tentar segredar-me ao ouvido palavras falsas que lanças a toda a gente. Então já decidiste com quem queres ficar? Porque eu bem sei que não te quero a ti. Péssima foi a hora que te escolhi. Mas na efusão da aventura fazemos escolhas erradas. Aprendemos com os erros. Eu errei, perdi mas também ganhei. Ganhei a experiência que tu não tens com os teus vinte anos. Mas estou em paz. Porque aprendi a dar valor ao que é realmente importante. Porque agora sei o que é ser feliz e isso garanto-te que não aprendi contigo. Mais ainda te digo mais. Estou em paz e este é um capitulo que vou encerrar para sempre. Não te quero, não me fazes falta e não tens importância para mim. Este é o teu fim e eu, acredita, estou mesmo em paz!

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