Senti os lábios molhados. Era o teu sabor que reconhecia naquele beijo. Nem foi preciso olhar, abrir os olhos. Já conheço de cor o teu toque, o teu gosto. Sinto os teus lábios colados aos meus e recordo-me da inocência do primeiro beijo que me deste. Apanhaste-me de surpresa e pediste-me desculpa. Desculpa do quê? De não me teres beijado mais cedo? Talvez apenas isso não te conseguiria perdoar. Mas agora maças-me. Cansas-me com essa tua atitude de menino mimado e eu ando sem paciência para tal. Pedi-te que te afastasses. Que me deixasses em paz porque não quero saber mais de ti. Mas tu não me largas. E eu tenho sono, estou cansada de ti, de te ver a olhar de esguelha para mim para me chamares a atenção. Porque não respeitas o meu espaço? Não vês que já não é o mesmo que o teu… Há muito que seguimos caminhos diferentes. Foste tu que te afastaste por isso deixa-me sossegada pois eu quero ser feliz. Adeus!
domingo, 19 de dezembro de 2010
ADEUS
Senti os lábios molhados. Era o teu sabor que reconhecia naquele beijo. Nem foi preciso olhar, abrir os olhos. Já conheço de cor o teu toque, o teu gosto. Sinto os teus lábios colados aos meus e recordo-me da inocência do primeiro beijo que me deste. Apanhaste-me de surpresa e pediste-me desculpa. Desculpa do quê? De não me teres beijado mais cedo? Talvez apenas isso não te conseguiria perdoar. Mas agora maças-me. Cansas-me com essa tua atitude de menino mimado e eu ando sem paciência para tal. Pedi-te que te afastasses. Que me deixasses em paz porque não quero saber mais de ti. Mas tu não me largas. E eu tenho sono, estou cansada de ti, de te ver a olhar de esguelha para mim para me chamares a atenção. Porque não respeitas o meu espaço? Não vês que já não é o mesmo que o teu… Há muito que seguimos caminhos diferentes. Foste tu que te afastaste por isso deixa-me sossegada pois eu quero ser feliz. Adeus!
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